As cepas tintas têm uma polpa de cor de clara, como as brancas. Mas a cor escura de sua pele é crucial. Ela contém os pigmentos e os taninos da uva, que será transmetido ao vinho durante a fermentação. Algumas variedades são mais ou menos colorantes, mais ou menos tânicos que outros, o que condiciona o vinho que será produzido.
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Cabernet Franc
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Mais forte e mais precose do que o primo Cabernet Sauvignon, com o qual não tem muito a ver, Cabernet Franc é o rei dos vinhos tintos do Loire. Em Bordeaux e no Sudoeste, em geral, ele ocupa um segundo papel, no entanto determinante. Dos 45.000 hectares plantados no mundo, é a França que a cultiava mais, com 36.000 hectares em produção. Também é encontrado no norte da Itália e na Austrália. Apesar de produzir vinhos de boa guarda, seus taninos são mais macios do que os de Cabernet Sauvignon, o que le torna mais suave e fino na sua juventude. É na beira do rio Loire, incluindo Bourgueil ou Chinon que sua aclimatação é a mais típica. Aqui, desde o tempo do epicurista Rabelais, aprendemos a amar os aromas de framboesa, cereja e alcaçuz, com um equilíbrio de taninos finos e suave. Eles têm também bom potencial de envelhecimento.Onde se encontra esta variedade:
Bordeaux / Charentes / Sud-Ouest / Val de Loire |
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Cabernet Sauvignon
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Não precisa mais apresentar essa cepa do mundo do vinho, exceto para dizer que ela vem do Médoc, onde se expressa no seu maximo, em associação com a Merlot. Se o aroma de pimenta verde a caracteriza, aprendemos a controlar seus taninos e maturidade, afim que surge também outras nuances aromáticas, como cassis, couro, cedro, especiarias e frutas pretas. Com essa complexidade aromática, esse potencial de taninos e, portanto, do envelhecimento, um reconhecimento mundial através de Bordeaux. Os Vins de Pays o usam também muito, vinificada na fruta para ser consumido jovem, com muito sucesso como no Languedoc. Pelo menos 170 mil hectares são plantados com Cabernet Sauvignon em todo o mundo, da Moldávia á África do Sul. Esta variedade tardiva tem pele grossa, mas necesita de solos quentes para ter um amadurecimento ideal. Na França, ele não vai mais ao norte que de Bordeaux.Onde se encontra esta variedade:
Bordeaux / Charentes / Languedoc – Roussillon / Provence / Sud Ouest / Vale do Loire |
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Carignan |
Esta é uma cepa que tem sofrido muito de uma má imagem. Associados aos vinhedos com a produção em massa, como é muita produtiva, foi muita utilizada para a produção de vinhos de mesa. Hoje, finalmente, ele é reconhecida com méritos. Variedade tardiva, ele escapa da geada, mas devem ser plantadas em climas quentes, caso contrário nunca vai amadurecer. Ele está em casa nas margens do Mediterrâneo. Ao frear seu rendimento 30-70 hl / ha, esta cepa originaria da Espanha , ele ainda se encontra no Priorat, produz belos vinhos com boa acidez, uma cor intensa por um vinho estruturado, ideais em assemblage com a Grenache,por exemplo. Ela permanece no melhores terroirs, uma opção para os vinhedos com carácter forte, como Fitou, no Roussillon, Corbières ou Côtes de Provence. Sua assinatura aromática e destaque: frutas vermelhas, especiarias, garrigue (vegetação típica do Mediterrâneo) em uma estrutura de taninos suaves. Com 160.000 hectares em todo o mundo.Onde se encontra esta variedade:
Languedoc – Roussillon / Provence / Vallée du Rhone |
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Cinsaut |
Freqüentemente associada com o Carignan, ele também sofreu uma má reputação, porque foi produzido em massa. Hoje, a Cinsaut é plantadas na França so 30.000 hectares, em 45.000 ao total, controlamos o rendimento afim de obter vinhos mais perfumados, equilibrados. É usado frequentemente nos vinhos rosé do Mediterrâneo, como em Provence. Os aromas gourmet de pêssego, framboesa e morango o faz o rei dos rosés no verão, com sabores suaves e levemente ácido. Em terras magras e secas, ela esalta o melhor de si mesmo. Sua associação com a Grenache e Syrah a tornou um elemento essencial em denominações, como Minervois, Lirac … ou Chateauneuf du Pape. Os vinhos feitos a partir Cinsaut não tem uma densidade de cor excepcional, mas reune pelo assemblage fineza e harmonia, equilibrando o álcool da Grenache e a adstringência da Carignan.Onde se encontra esta variedade:
Languedoc – Roussillon / Provence / Vallée du Rhone |
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Gamay |
Outra nome da Gamay: Gamay Beaujolais esse casamento é inseparável. 60% das áreas plantadas com Gamay são em Beaujolais, onde ela encontra, em solos de granito pobres e ácidos, as condições ideais de uma grande expressão. Mas também é encontrada em Bourgogne e do Val de Loire, onde as condições climáticas septentrional são adequadas a ela. Amora, cereja, morango, groselha,isso que é a linha aromatica, fresca e saborosa da Gamay, que também poderia ser chamado de vinho malandro, malicioso e sedutor. Pobre em taninos, ela ocupa plenamente o registro de frutada, apoiada por um toque de acidez que a torna muito agradável para beber fresco com refeições simples de todos os dias. Este carater se expressa mais ainda no Beaujolais nouveau, que é vinificado deliberadamente para ser um vinho de alegria.Onde se encontra esta variedade:
Beaujolais / Bourgogne / Jura – Savoie / Sud Ouest / Vale de Loire |
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Grenache |
Nativa de Aragon, que dominou o Mediterrâneo durante a Idade Média, a Grenache se coloca como uma das grande cepas de qualidade das regiões meridionais do sul da França. Sensivel as doenças, o clima ventoso do Languedoc e da Vallée du Rhone são muito favoráveis a ela. Com uma área de 100.000 hectares, a Grenache está presente em todos as denominações na costa do Mediterrâneo. Ela adora solos pobres, quente e pedregoso. Se assina com orgulho os vinhos doces naturais, devido ao seu potencial de açúcar, está tambem na elaboração dos Vins de pays ou em varias denominações, em combinação perfeita com a Syrah. Colorida, poderosa, generosa, a Grenache exprima aromas de frutas vermelhas, ameixas, especiarias, mas também ao envelhecer, café, chocolate e tabaco.Onde se encontra esta variedade:
Languedoc-Roussillon / Provence / Vallée du Rhone |
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Grolleau |
Concebida para o Rosé d’Anjou, um aveludado caracterizado, a Grolleau assina hoje vinhos tintos finos e frutados, e a AOC Rosé de Loire (vinhos secos). Ela também entra na elaboração da AOC efervescente Saumur. Seus aromas são de frutas vermelhas, como groselha, mas também a violeta. Na boca os vinhos com a Grolleau são sempre agradável,frutado, delicadamente perfumada e tem uma estrutura tanina poucos marcada, o que os tornam vinho ideal para beber em sua juventude.Onde se encontra esta variedade:
Bourgogne / Val de Loire |
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Merlot |
Quem poderia prever que essa cepa secundária até ao século XIX, um futuro promissor? Com 190 mil hectares em todo o mundo, 100 mil na França, esta é a cepa rei da viticultura mundial. De Bordeaux á Adelaide, de Santa Helena á Mendoza, ele se adapta perfeitamente as condições agronômicas e climáticas muitas variadas. No entanto, alguns dizem que é na pequena aldeia de Pomerol, que ela oferece o seu melhor potencial. Variedade precoce e enérgica, ele amadurece perfeitamente em Bordeaux, onde os solos de Libourne, mais profundo e mais frio, é ideal. A Merlot acumule as vantagens: uma bela cor vermelha profunda, uma gama aromática de frutas vermelhas levemente picante, às vezes de amoras, e especialmente uma estrutura poderosa, mas com sutileza, graça aos taninos aveludados, mas muito presente. Se acrescentarmos a ela uma grande complementaridade com a Cabernet Sauvignon, que é frequentemente asociada, é claro que ela ainda tem um futuro brilhante.Onde se encontra esta variedade:
Bordeaux / Charentes / Languedoc – Roussillon / Sud-Ouest |
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Mourvèdre |
Originalmente de Provence, no século XIV, ela emigrou masivamente na Espanha, pode ser quando a Provence era posseção da Cataluna. Ele permanece, com 7.500 hectares na França, uma cepa importante da Provença e do Languedoc. Muito tardiva, ela precisa de calor do outono, e é, naturalmente, muito à vontade em vinhedos costeiros como Cassis, Bandol ou Côtes de Provence. A Mourvèdre é pouco produtiva e produz uvas concentrado, com uma estrutura tânica importante. Onde a participação em assemblage pelo seus taninos. Muito Colorido, tem um potencial significativo para o envelhecimento, que permite os tintos da AOC Bandol de bem envelhecer. Pimenta, caça, trufas e frutas negras são suas principais características aromaticas. Dos 85.000 hectares plantados no mundo, a Espanha opera 85%.Onde se encontra esta variedade:
Languedoc – Roussillon / Provence / Vallée du Rhone |
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Pinot Noir |
Cultivadas pelos gauleses antes da dominação romana, a Pinot Noir foi sempre em casa, em Bourgogne. Ele emigrou ddesde entao na Alsace, na Alemanha, e até mesmo no terroirs mais frio da Espanha e no Oregon Americano. Caprichosa, gelada sensivel à doença e prematura, é uma criança talentosa, mas difícil. Por outro lado, ele amadurece cedo, o que é uma bença nas regiões septentrional, onde os verão são rápidos. Na Bourgogne, onde as exposições climaticas são ideal, a Pinot Noir tem resultados espetaculares em complexidade, equilíbrio e riqueza aromática. Ela é também a única cepa dos Bourgognes Tintos, declinando uma diversidade de expressões impressionante. Com 25.000 hectares dos 60.000 plantados em todo o mundo, a França é o maior produtor de Pinot Noir. Se a intensidade da cor não é a sua melhor característica é a sua persistência e fineza aromatica que a tornam uma cepa muito procurada. Frutas vermelhas e cereja, kirsch, couro, “sous bois”, caça, a Pinot Noir é definitivamente uma aposta segura. Com taninos finos, sedosos e, especialmente derretido, esta variedade oferece um prazer em degustação, e também pode envelhecer.Onde se encontra esta variedade:
Alsace / Bourgogne / Champagne / Jura – Savoie / Val de Loire |
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Sciacarello |
Este é o mais encorpado das cepas tintas da Corse. Ela exista só na Ilha da Beleza. Seu nome, que significa “crocante ao morder,” refere-se a textura crocante da sua polpa. Muito expressiva em solos de granito da Córsega, é muita plantada sobre os vinhedos do Oeste da ilha, de Ajaccio á Sartène. ela dá origem a um vinho elegante e poderoso, com taninos redondos e bem maduros pelo sol. Seus principais aromas são pimenta e especiarias. Abrange cerca de 1500 hectares.Onde se encontra esta variedade:
Corse |
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Syrah |
Diz a lenda que a Syrah foi trazido de volta da Cruzada em 1224, depois de um longo retorno da cidade iraniana de Shiraz. Mas os espíritos ainda discutem sobre isso. O fato é que essa variedade encontrou na Vallée du Rhone a região que presisava para crescer. Pouco fertil, tardiva, esta variedade encontrou solos pobres e secos, que são adequados, como as encostas íngremes da Cõte Rôtie, e um clima favorável para o seu cultivo. As plantações explodiram recentemente, 45 mil hectares na França, indo muito além da Vallée du Rhone para se instalarem no Languedoc e na Provence. Nos “vins de Pays” também têm um espaço favorito. Colorida, os vinhos com Syrah marcam com a gama aromática defumada, pimenta, aromas de violeta,de amora, e de mirtillo.É o belo equilíbrio do seus taninos, poderoso e tão aveludada, que atrai os amantes. A França representa hoje cerca de 70% de todas os vinhedos mundial plantados em Syrah.Onde se encontra esta variedade:
Languedoc – Roussillon / Provence / Sud Ouest / Vallée du Rhone |
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Tannat |
Cepa tânica, a Tannat há muito tempo expressa uma imagem rustica aos vinhos do Sudoeste. Com os avanços na tecnologia enologicas de vinificação e, especialmente, sob o impulso de enólogos apaixonado e ambicioso, ela recuperou toda a sua nobreza. Uma variedade vigorosa, a Tannat produz vinhos muito coloridos, e os taninos controlados se mostram hoje mais redondos, mantendo um bom potencial de envelhecimento. A uva Tannat é o carro-chefe da denominação Madiran no sul da Aquitânia, mas também é encontrado na vizinha AOC como Bearn, Tursan e no VDQS Côtes de Saint Mont .Onde se encontra esta variedade:
Sud Ouest / Val de Loire |
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Aligoté
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Cultivadas em Bourgogne, a Aligoté quase desapareceu da paisagem viticola, quando a mania para a Chardonnay inundou a vinha. Mas ele voltou a ganhar o coração e os solos da Bourgogne. Esta variedade é vigorosa e precocia se sente bem nos terroirs inclinadas e retornou a um total de 1.700 hectares plantados. Também é encontrado na Savoie e Jura, mas também na Roménia. Limitar os rendimentos é um factor chave de qualidade para essa variedade. Produz vinhos brancos leves, frescos, com uma acidez mais viva que do Chardonnay. É particularmente adequado para a preparação do KIR de amora ou cassis. Ela se mostra forte no Hautes Côtes de Beaune ou mais leve para Saint Bris, com notas de flores de sabugueiro, quase como um Sauvignon Blanc. Ultimo reconhecimento, ela entrou desde de 1997 na vinha da denominação comunal de Bouzeron.Onde se encontra esta variedade:
Bourgogne |
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Chardonnay
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Outra estrela mundial, não precisa apresentar a Chardonnay. Cepas de plástico, ou seja, muito adaptável, ainda assim revela que em terroirs septentrional ela revela a potencia aromatica e boa acidez, uma garantia de equilíbrio e particularmente em potencial de guarda. Assim não é nenhuma coincidência que os maiores Chardonnays vêm de Bourgogne, de Montrachet, em particular. Mas também é encontrada em Champagne e Languedoc, por exemplo sob a bandeira dos Vins de Pays, a ser degustados em sua juventude. Ou mais longe, no Val de Loire, mas também na AOC Limoux e, claro, no Novo Mundo. A Chardonnay temia geadas de Primavera como a peste, mas ainda dá sempre vinhos nobres como muito elegancia, com uma gama aromatica extencia e complexa. Cal, pêssego, pêra, mel de acácia, urze, brioche em fundo de citros é uma verdadeira festa para os sentidos.Onde se encontra esta variedade:
Alsace / Bourgogne / Champagne / Jura – Savoie / Languedoc – Roussillon / Provence / Val de Loire |
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Chenin |
Apareceu na região de Angers, no século XI, que posteriormente se expandiu em Touraine e todo o vale central do Loire. Esta variedade frágil, sensível à podridão, é freqüentemente encontrado em terras mais quentes, em encostas, onde também pode dar excelentes vinhos doces quando a podridão nobre leva-lo. Com 10.000 ha, é também encontrado no Crémant de Limoux em Languedoc. Mas é no Vale do Loire que ganhou reconhecimento com uma vasta gama de vinhos brancos, dos secos aos licorosos passando pelos efervescentes. Coteaux du Layon, é ela. Vouvray é tambem. Savennières, é ela outra vez! Freqüentemente associada com Chardonnay e Sauvignon Blanc, ela aumenta a complexidade aromática dos vinhos do Vale do Loire. Sua assinatura a degustação é fina e frutada, com aromas de frutas cítricas, pêra, marmelo, mel e até mesmo frutas cristalizadas para os licorosos.Onde se encontra esta variedade:
Languedoc – Roussillon / Sud-Ouest / Val de Loire |
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Gewurztraminer |
A variedade branca é … rosa. Primo da famosa savagnin do Jura, ela representa brilhantemente a Alsácia. Grande uva aromática, a Gewurztraminer tem vigor e sua precosidade o torna sensível às geadas do início da primavera. Em França, apenas 2.600 ha são plantados para a produção de vinhos secos, com aromas poderosos de lichia tou de madeira-rosa. Bem como gengibre ou raspas de cítricos. Sua cor também é característica, ligeiramente mais escura do que os vinhos branco clássico. De fato, a pigmentação de sua pele dá refletos de ouro. No paladar, os vinhos são amplos, quase gordo, e muito poderoso. Quando a podridão nobre se interessa, os sabores se tornam exuberantes, combinando mel, damasco seco e gelea de pétala de rosa.Onde se encontra esta variedade:
Alsace |
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Marsanne |
Com 60% das áreasmundial plantadas (2000 ha), a França é o berço da Marsanne, especialmente no Vale do Rhone, onde assinou os vinhos da AOC Saint Joseph ou da AOC Hermitage. Esta variedade tardiva e sensivel à doença tem uma boa produtividade. Ela prefere solos pobres em granito, onde ela revela o seu melhor potencial aromático. Os vinhos de Marsanne são pouco acidos e tem um potencial aromático mais rico que a Grenache Blanc. O nariz evoca frutas de caroço, e mel. Muitas vezes asociada com a Roussanne ou com outras variedades locais, a Marsanne contribui para a riqueza dos vinhos brancos aromáticos do Vale do Rhone.Onde se encontra esta variedade:
Languedoc – Roussillon / Provence / Vallée du Rhone |
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Mauzac |
Entre Toulouse e Albi … que é uma bela região, no coração do Sudoeste, onde a Mauzac é originaria. Esta variedade aromático tardiva não teme as geadas de Primavera, mas é sensível a determinadas doenças, aos ácaros e vermes na uva. Mas, quando bem conduzido, com baixos rendimentos, ela produz vinhos brancos com fineza, especialmente no Gaillac AOC e em Limoux , onde é asociado a Chenin e a Chardonnay para a elaboração do espumante AOC Blanquette de Limoux (desde 1530). Com 3.500 hectares, a Mauzac fica uma cepa marginal na França, mas no Sudoeste, dá origem a vinhos delicados, com aromas de maçã cozida, pêssego branco e pêra e é estendido por um final apimentado.Onde se encontra esta variedade:
Languedoc – Roussillon / Sud-Ouest |
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Melon |
De Borgonha ate o foz do Loire, a uva Melon é um migrante. Suplantado pelo Chardonnay da Borgonha, ela se posa a partir da Idade Média, nas margens do Loire. Hoje, ela é a única uva dos vinhos Muscadet, onde as noites de Primavera suave evita a sofrer com as geadas. 90% dos 14 mil hectares em produção ao redor do mundo são produzidos na região de Nantes. Produzindo vinhos brancos claros com refletos verde, a melão apresenta aromas de notáveis que se combinam na perfeição com ostras e frutos do mar. Suas notas de flores brancas e frutas cítricas se apoia com um belo equilíbrio entre vivacidade e redondeza, especialmente quando a Melon é envelhecida alguns meses sobre as suas borras, como é frequentemente o caso na AOC sur Muscadet Lie.Onde se encontra esta variedade
Val de Loire |
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Muscat Blanc |
Na grande família dos Muscat, a Muscat branco é a mais viajante: 45.000 hectares no mundo o adotaro, com apenas 6.500 na França. Da Alsácia a Banyuls ou em Cap Corse, a videira lendária do Mediterrâneo produz tantos vinhos secos, assim como os vinhos doce natural. Precoce e vigorosa, é colhida cedo. Sua sensibilidade a doenças e as vesperas, que esvaziada do açúcar, a torna frágil. Adepto de solos pobres e pedregosos,a Muscat Blanc faz milagre quando o calor do verão é temperada pela geografia, como para o VDN Saint Jean de Minervois, onde combina frescor e doçura. Facilmente reconhecível,a Muscat oferece aromas potentes de rosa e limão, ou flores brancas. Em vinhos secos, também é distinguido por um final ligeiramente amargo, que o torna muito refrescante.Onde se encontra esta variedade:
Alsace / Corse / Provence |
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Petit Manseng |
No sul da Aquitânia, perto dos Pirinéus, a Petit Manseng é uma cepa incontornavel dos vinhos brancos de qualidade. Às vezes a colheita é feita nas primeiras neves na denominação Jurançon, onde a podridão nobre pode permite produzir vinhos brancos doces altamente aromáticos, concentrados, mas muito delicados. Sensível às geadas da Primavera e as doenças, deve dar grande cuidado, mas como uma recompensa, ela traz uma complexidade e um muito equilíbrio, com acidez moderada por ser redondo. Mel, canela, flores brancas, pêssego, frutas citricas, o registro aromáticos é grande, daí a sua importância nas assemblages dos vinhos brancos da região. Exportados para o Uruguai pelos Bascos, as superfícies plantadas com Petit Manseng progresso na França, embora ainda sejam limitadas a cerca de 600 hectares.Onde se encontra esta variedade:
Sud Ouest |
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Pinot gris |
De cor cinza-azul quando maduros, essa variedade reconhecida esta presente exclusivamente na Alsácia. Também é amplamente cultivado na Itália (Pinot Griggio), mas se está bem exposta nas encostas dos Vosges, ele atinge maturidades excepcionais que lhe permitam de desenvolver a podridão nobre (Botrytis cinerea). Os vinhos de Pinot Gris da Alsace são poderosos e distintos, ao mesmo tempo, devido a uma boa adaptação aos solos da região. Com perfumes complexos e às vezes notas de fumaça, tem acidez suficiente para envelhecer. Seu potencia lhe permite de substituir vinhos tintos em carnes de caça, e é permitido plantar la no Grands Crus da Alsácia.Onde se encontra esta variedade:
Alsace |
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Riesling |
A Riesling cultiva seu caso de amor com o rio Rhin. O rio e a uva são inseparáveis, mesmo que às vezes você encontra na Califórnia ou Nova Zelândia. Do período romano, esta na Alsácia desde o século IX, e hoje representa cerca de 3.400 hectares. Tardiva, ela precisa de boa exposição solar, em solos magros ou rochoso, para dar tempo suficiente para amadurecer. Ele não tem medo de geadas duro de inverno, por isso, que se adaptou bem na Alsácia. Os vinhos de Riesling posuam uma gama aromáticas complexo e intensa, especialmente em solos de xisto. Sua elevada acidez permite que ela envelhece um bom tempo, mas é bem equilibrada com um frutado importante e uma certa redondeza na boca. Suas notas características vão de toque citrinos a de flores, frutas cristalizadas, pêssego e tilleul. Eles são ampliados pela estrutura acida, que torna esse vinho particularmente elegante. Alguns anos, a podridão nobre permite de elaborar grandes vinhos licorosos.Onde se encontra esta variedade:
Alsace |
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Rolle ou Vermentinu |
A Rolle, ou Vermentinu em Córsega, surfe pela moda dos brancos amplos e muito perfumadas para acompanhar peixes grelhados e cozinha mediterrânica. Plantada principalmente na Provença e Córsega, ela também se espalha no Languedoc. Quase 3.000 hectares são plantados na França, em um total de 7000 mundialmente. É na Itália que é encontrada com mais freqüência. Muitas vezes de cor pálida, a Vermentinu na Córsega se revela amplo na boca ou gorda e desenvolve sabores frutados e florais, com toques como flores brancas, melão, erva-doce, ou um toque de mimosa. Na Provence, é mais cítricas e limão. Ricos em açúcar, as uvas podem ser consumidas frescas.Onde se encontra esta variedade:
Corse / Provence / Vallée du Rhone |
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Roussanne |
Cepa difícil e imprevisível, a Roussanne sabe agradecer aos produtores que a adotaram. Na verdade, é sensível à doença, pouca produtividade, e às vezes o amadurecendo é tarde. Mas sobre as boas exposições na Savoie ou do Vale do Rhone, dá o melhor de si. Daí uma mania recente dos viticultores, que sabem agora apreciar as qualidades. 1000 hectares do mundo, é a França, que cultiva a maioria (60%). Com uma gama aromática focada do mel e damasco, a Roussanne complementa perfeitamente as assemblages do vale do Rhone, trazendo acidez e intensidade aromática, cepa majoritaria dos vinhos brancos desta região. Também é encontrado na Toscana.Onde se encontra esta variedade:
Languedoc – Roussillon / Vallée du Rhone |
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Sauvignon Blanc |
Antes de ser “globalizada”, a Sauvignon Blanc nasceu em Bordeaux. Em associação com a Semillon, tem feito a reputação dos vinhos de Graves, e, mais recentemente, deu um fôlego para os vinhos do Entre Deux Mers AOC. Também é encontrado nos belos solos calcários de Sancerre, e como ele se adapta, facilmente ela também migrou para o Languedoc, onde ela fez succeso dos vins de Pays desta região. As superfícies plantadas com Sauvignon Blanc esta constamente em progreção, com 20.000 hectares na França em um total mundial de 45.000. As pesquisas enológicas recentes permitiram a compreender os mecanismos de liberação de aromas. Hoje, os vinhos desta uva tem um excepcional equilíbrio entre aromas potentes (folha de cassis, pomelo, frutas cítricas, buxo, alcaçuz), plenitude na boca e vivacidade, a posiciona como em “best seller” entre os vinhos brancos em muitas denominações ou em Vins de Pays.Onde se encontra esta variedade:
Bordeaux / Bourgogne / Languedoc – Roussillon / Provence / Sud Ouest / Val de Loire / Vallée du Rhone |
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Sémillon |
Esta grande uva de Bordeaux é vigorosa e produtiva e pouco sensível às doenças mais comuns da videira. Mas no final de maturação, é sensível à podridão em condições climaticas humidas. No microclima de Sauternes, no entanto, com dias secos e ensolarados, favorece a podridão nobre, que é essencial para a produção de vinhos licorosos. 40% dos 35.000 hectares plantados no mundo estão em Bordeaux e da Aquitânia, pois é aqui que encontrou um ambiente propício ao seu desenvolvimento, com belas finais de estações. Assemblé com a Sauvignon Blanc e Muscadelle, a Semillon assina os vinhos brancos dessa região, principalmente entre as quais a AOC Pessac-Léognan e Sauternes. Mais discreto do que sua colega a Sauvignon Blanc, esta uva é menos ácida e traz redondeza e notas de frutas secas, amêndoas, pêra e mel.Onde se encontra esta variedade:
Bordeaux / Charentes / Sud-Ouest / Val de Loire |
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Ugni Blanc |
Originalmente da Itália, a Ugni Blanc é uma grande variedade de uva branca francesa pela superfície (100.000 ha), pois produz excelentes vinhos destinados para a destilação de Armagnac e Cognac. Desde décadas, é também plantada para a produção de vinhos brancos aromáticos na denominação Vin de Pays. Pode ser encontrada em algumas denominações como Cassis, Bordeaux, Coteaux d’Aix. Muito sensível às geadas de inverno, a Ugni Blanc está à vontade nas regiões suaves. Em sua área septentrional (Cognac), produz um vinho ácido e pouco alcoólizado, idealmente destilada. Em contrapartida, em área mais quente, os vinhos são frescos, perfumado, muito refrescante. Na região de Provence, a Ugni Blanc traz corpo e notas mais complexas de resina de pinheiro, marmelo, e limão.Onde se encontra esta variedade:
Champagne / Charentes / Provence / Sud Ouest / Vallée du Rhone |
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Viognier |
Há muito tempo que a Viognier ficou nas esplanadas inpraticaveis de Condrieu e de Château Grillet, do Vale do Rhone septentrional. Difícil a cultivar, pouco produtiva, a sua cultura não é moleza. Mas as qualidades aromáticas excepcional tem atraído muitos produtores de vinho em todo o mundo. Se fica uma variedade menor, é muito popular em muitos países produtores. Na França, ele saiu da sua origem para ir até o Languedoc e o Val baixo do Rhone. Com uma boca redonda e pouca acida, a Viognier é uma uva marcante pela fineza de seus aromas: damasco, pêssego branco, especiarias, mel, flores brancas. Conheceu um cresimento espetacular na França desde os anos 80, com a emergencia dos Vins de Pays, uem varietal ou asociada com Chardonnay ou Sauvignon.Onde se encontra esta variedade:
Languedoc – Roussillon |

