A França tem a chance que alguns países não têm: a diversidade geográfica e climática. Em um só país, climas muito diferentes e solos duma incrível diversidade compõem um puzzle único de vinhedos variados que não acaba nunca!
Mas nos simplificamos com essa pequena viagem dos climas diferentes de cada região…
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CLIMA OCEÂNICO

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CLIMA CONTINENTAL
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CLIMA MEDITERANEO
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CLIMA OCEÂNICO
Aqui o clima oceânico conhece tendências continental no interior das terras. O verão é muito quente e ensolarado, um belo autono, às vezes até o Natal. Mas os invernos e primaveras são longos, fresco e chuvosos, o que dá boas reservas de água para a videira.
Graças à Corrente quente que vem do Caraibe, Bordeaux tem um clima quente no verão e especialmente um belo final do Outono, permitindo que as uvas amadurece bem. Mas o grande estuário do Gironde, também traz uma certa temperatura climatica que se encontra dos vinhos.
Norte de Bordeaux, Charentes beneficiam de um microclima menos quente, mas ainda mais ensolarados. Os autonos são um pouco precoce, o que requer a seleção de variedades adaptadas. A Ugni Blanc majoritaria na região, tem boas condições de crescimento e maturidade.
O Vale do Loire, conhecida por seu clima suave, com um verão razoavelmente quente, também, no limite norte da cultura da vinha, porque o ensolamente é menos forte e a umidade geralmente mais elevada. Mas as influências continentais mais secas são sentidas longe das encostas.
CLIMA CONTINENTAL
A Champagne tem o clima mais rigoroso de todas as regiões de vinho francês, o que não o impediu de produzir excelentes vinhos. As geadas de primavera são freqüentes e os verões são quentes, mas curto. Com cepas adaptadas, a vinha ocupa as terras as mais expostas ao sol.
Aqui, os verões ve subir o termômetro acima de 30 ° C e o ensolaramento é forte. É graça as montanhas do Vosges, que protege o vale do Rhin das pertubações atlânticas vindo do oueste. Apesar da sua localização perto da Alemanha, a Alsácia produz grandes vinhos licorosos.
Nesta região fria e continental, o ensolarmente é bom no verão. O homem explora as zonas mais quentes e bem expostas, especialmente nos flancos das encosta e das montanhas. Mas os produtores têm de domar o tempo para obter o melhor da videira.
Na família dos vinhedos continentais, com invernos secos e frios, verões quentes, as colinas do Beaujolais protegem dos ventos úmidos do oeste. Algumas influências do Mediterrâneo continuam no outono, para as colheitas, via o Vale do Rhone.
CLIMA MEDITERANEO
O vale do Rhône ajuda o clima mediterrâneo, com seu sol e seu calor, a infiltrar-se para o norte. Mas a meio percurso, a influência continental aparece mais fria e menos ensolarada. A região Rhône oferecera dois grupos de vinhos diferentes, mesmo a partir das mesmas cepas.
Invernos secos e ventosos, chuvas na primavera e no outono após as colheitas, ensolarado ao maximo, todos os ingredientes para o sucesso viticola estão presentes em um céu azul profundo. Os ventos do litoral, secam bem as vinhas e permitem obter excelente estado de saúde das uvas.
Banhada pelo Mediterrâneo, o vinhedo da Córsega está localizado no contorno das costa, afim que a brisa noturna refresca as uvas esmagadas sob 300 dias de sol por ano. A situação geográfica das vinhas reduz os excessos do clima, o que encontramos em vinhos bem equilibrados.